Primeiro dia de aula na UFPR. Uma quarta-feira, por causa de falhas na comunicação entre departamentos e professores (pouca ironia no fato de ser o Departamento de Comunicação). Para os jornais (como eu), aulas de Teoria do Jornalismo e Técnicas Básicas dos Meios Impressos. Meras apresentações, tanto dos professores como das turmas e das próprias disciplinas, mas tudo com o gostinho da UFPR. Para muitos, a palavra Jornalismo, assim como Publicidade ou Relações Públicas, pode significar muita coisa. Mas hoje é que elas começaram a ganhar uma forma definida, a virar o que estudamos e o que fazemos, e não o que queremos ser ou fazer da vida.
Durante as apresentações, repetimos como chegamos à Comunicação Social e por que a escolhemos. Muitas histórias, totalmente diferentes umas das outras, e uma paixão em comum. O que faria qualquer jornalista amar ficar ouvindo.
Além disso, é incrível como a pró-atividade (ou proatividade, cada vez que
pesquiso acho uma regra gramatical diferente) começa a integrar o
dia-a-dia. Deve ser algum tipo de espírito da Federal que toma conta das
pessoas quando elas conhecem o campus. Em 10 dias de caloura fiz MUITO
mais do que em 3 meses de férias!
Seja como for, "tendemos a idealizar uma vida enquanto ela não acontece", como hoje disse um professor. As idealizações sobre os cursos são estratosféricas, e com certeza haverá muitas decepções pelo caminho, mas a certeza de ler e escrever muito, de poder transitar diariamente entre os assuntos e de conhecer inúmeras pessoas e histórias ao longo do tempo fazem com que as expectativas sejam altas. Ainda mais estudando na UFPR, onde há a perspectiva e a necessidade de melhorar o curso a cada leva de calouros.
Por enquanto, tudo parece um sonho.
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