Hoje, o que vejo é um bando de jornalistas frenéticos, tirando fotografias e jogando frases no twitter pra dar o furo antes de todo mundo, no bom sentido. Você ai querido calouro, consegue imaginar um grupo hoje em dia capaz de tocar um Pasquim? Pois é, nem eu. Entretanto, vejo um monte de ~jornalistas~ ansiosos pra postar notinhas nos grandes portais dando alguma manchete antes do jornal impresso ou até da TV.
É fato que o bom jornalismo não anda bem das pernas. A internet vem acabando com a imprensa tradicional. É impossível lutar contra isso, pois o ponto forte da internet é a colaboração de todos e a velocidade com que a informação se propaga. Mas temos um problema: 80% dos blogs/sites são uma bela merda. E ainda: 40 dos 50 maiores blogs do Brasil são uma porcaria. São montagens, piadas retiradas do livro do Ari Toledo, comentários satirizando algo tendencioso.
O jornalismo tradicional precisa de fato se focar mais no conteúdo, assim como era antigamente feito com o saudoso e lindo jornalismo literário. Se isso acontecer, todo esse alcance colossal da internet não será ameaça. Imagine quantos blogueiros atualmente conseguiriam produzir matérias e textos relevantes, densos e opinativos? Bem menos do que os jornalistas já em atividade. Precisamos lutar pela volta do jornalismo de conteúdo, opinativo e literário; só ele pode salvar a imprensa.
Muito mais pessoas procuram um conteúdo de qualidade, relevante e bem escrito do que rapidez nas notícias. Espero que vocês, futuros profissionais, prefiram gastar uma hora numa matéria do que dar 20 notas em meia hora, e saibam: o lugar dos senhores está guardado.
O jornalismo tradicional precisa de fato se focar mais no conteúdo, assim como era antigamente feito com o saudoso e lindo jornalismo literário. Se isso acontecer, todo esse alcance colossal da internet não será ameaça. Imagine quantos blogueiros atualmente conseguiriam produzir matérias e textos relevantes, densos e opinativos? Bem menos do que os jornalistas já em atividade. Precisamos lutar pela volta do jornalismo de conteúdo, opinativo e literário; só ele pode salvar a imprensa.
Muito mais pessoas procuram um conteúdo de qualidade, relevante e bem escrito do que rapidez nas notícias. Espero que vocês, futuros profissionais, prefiram gastar uma hora numa matéria do que dar 20 notas em meia hora, e saibam: o lugar dos senhores está guardado.
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